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Ubunto Desktop Effects Setembro 16, 2006

Posted by mjollnir in Linux.
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Foi anunciado a criação de um grupo denominado Ubunto Desktop Effects que vai ter como missão garantir a integração do glx, compiz e aiglx, assim como a eliminação de bugs.

Para quem não conhece o que é o glx é tecnologias que permite utilizar a aceleração baseada no OpenGL no X.

O compiz é um gestor de janelas que utiliza as potencializadas dos glx e OpenGL para gerar alguns efeitos um tanto ou quanto espetaculares.

MozBackup 1.4.5 Setembro 4, 2006

Posted by mjollnir in Software.
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O MozBackup é um pequeno utilitario que permite fazer backups dos perfis do Mozilla Firefox, Mozilla Thunderbird, SeaMonkey, Mozilla Suite e Netscape.

Permitindo assim ao utilizador salvaguardar os favoritos (bookmarks), mail, contactos, histórico, extensões, cache, etc.

Download: MozBackup v1.4.5

Homepage: http://mozbackup.jasnapaka.com/

Tipo de Licença: Freeware

ExtractNow 4.28 Agosto 23, 2006

Posted by mjollnir in Software.
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ExtractNow permite extrair múltiplos ficheiros de forma simples, com apenas um clique. O ExtractNow suporta varios formatos de ficheiros, ZIP, RAR, ISO, BIN, IMG, IMA, IMZ, 7Z, ACE, JAR, GZ, LZH, LHA e SIT (Stuffit, popular nos Mac). É de facto uma ferramenta leve, com um consumo reduzido de recursos e com um amplo leque de formatos.

ExtractNow

Tipo de licença: Freeware

Download: http://www.extractnow.com/extractnow.exe

Homepage: http://www.extractnow.com/

Comix v0.1 (beta) disponibilizado Agosto 17, 2006

Posted by mjollnir in Software.
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O Comix é uma aplicação que permite efectuar o download e visualização de comic strips directamente a partir da Internet.

Comin main

Possui algumas características avançadas entre as quais faz cache dos das strips a medida que estas são visualizadas, permitindo assim uma visualização futura sem atrasos.

Trata-se de uma primeira versão feita em C# no Visual Studio Express, sendo por isso de esperar que contenha alguns erros.

Download: http://tinyurl.com/owetw

Homepage: http://tinyurl.com/owetw

Tipo de Licença: Freeware

 

Instalar o Internet Explorer no (K)Ubuntu Agosto 15, 2006

Posted by mjollnir in Linux.
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Devido a rápida ascensão do Firefox (e Opera) como melhores browsers do mercado, o impacto que o Internet Explorer tem e o numero de paginas exclusivamente desenhadas para este está a diminuir rapidamente, contudo ainda existem por ai sites que apenas funcionam correctamente neste, sendo assim pode surgir a necessidade de correr o Internet Explorer no Linux. Por isso aqui vai a explicação detalhada de como o fazer.

Instruções para o (K)Ubunto 6.0.6 Dapper:

Abra o ficheiro /etc/apt/sources.list

# sudo gedit /etc/apt/sources.list

Agora descomente as seguintes linhas, removendo para isso o cardinal (#) que precede as linhas

# deb http://us.archive.ubuntu.com/ubuntu dapper universe
# deb-src http://us.archive.ubuntu.com/ubuntu dapper universe

Agora adicione a seguinte linha para adicionar o repositório para o Wine

deb http://wine.budgetdedicated.com/apt breezy main

Por fim salve o ficheiro e feche o gedit, e vamos actualizar a lista de packages conhecidas

sudo apt-get update

Agora vamos instalar o Wine e o cabextract

sudo apt-get install wine cabextract

Agora vamos descarregar o ficheiro ies4linux-2.0.tar.gz da pagina http://www.tatanka.com.br/ies4linux/

# wget http://www.tatanka.com.br/ies4linux/downloads/ies4linux-2.0.tar.gz

Agora basta descompactar o arquivo correr o script de instalação

# tar -xzvf tar -xzvf ies4linux-2.0.tar.gz
# cd ies4linux-2.0
# ./ies4linux

Aguarde que instalação termine, no fim deverá ter os icones do Internet Explorer no seu Desktop

Este post foi escrito usando informação contida no site: http://www.tatanka.com.br/ies4linux/index-pt.html

O IBM PC celebra hoje 25 anos de idade Agosto 12, 2006

Posted by mjollnir in Hardware.
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No dia 12 de Agosto de 1981 a IBM apresenta ao mundo o primeiro computador pessoal, o IBM 5155. Veio a tornar-se um dos lançamentos mais importantes da história.

O IBM 5155 possuia um processador da Intel, o Intel 8088 a correr a uns estonteantes 4.77MHz, equipado de origem com 16kb (expansivel a 640kb) de ram, e a correr como sistema operativo o IBM Basic/MS-DOS v1.0.

Para mais informações consultar o Wikipedia ou um artigo que a BBC (25 Years of the IBM PC) escrever sobre o assunto.

Instalar fontes da Microsoft no Linux Agosto 11, 2006

Posted by mjollnir in Linux, Tutoriais.
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Como muitos devem saber até há uns anos o Linux não tinha fontes de jeito, mas tudo isso mudou, e hoje em dia até é possível efectuar o rendering das fontes usando anti-aliasing. Contudo como vivemos num mundo onde a maioria das pessoas utiliza o Windows, por vezes encontramos um site onde são utilizadas apenas fontes truetype do Windows, tais como “Arial”, “Verdana”, etc, o que faz com o visualização desse site por vezes se torne numa experiência medonha. Sendo assim apresento aqui varias soluções para quem quiser instalar as fontes da Microsoft no Linux.Solução 1: Utilizadores do UbuntuO Ubuntu tem uma package especial denominada msttcorefonts.

sudo apt-get install msttcorefonts

Solução 2:

Crie uma pasta com o nome ‘.fonts‘ dentro da sua directoria “home” (directoria de utilizador). Copie agora todas as fontes que desejar da sua pasta “\windows\fonts\”.

Solução 3:

A segunda solução apresenta alguns problemas, o principal reside no facto de que as novas fontes são aplicadas apenas por utilizador, ou seja apenas o utilizador que as instalou é que as utiliza, sendo assim vamos tentar agora uma solução mais global.

Em primeiro é necessário encontrar a pasta onde a sua distribuição linux armazena as fontes truetype, geralmente será em ‘/usr/share/fonts/truetype/‘. Mas pode pesquisar pela pasta fazendo:

# find /usr -iname \*.ttf | head -n 5

Uma vez encontrada a directoria, entre dentro dela, e crie uma directoria com um nome qualquer, neste caso vamos utilizar, ‘windowsfonts‘ .

$ cd /usr/share/fonts/truetype
$ mkdir windowsfonts

Nota: Você deve estar ligado como ‘root’ do sistema, para os utilizadores do Ubuntu, estes como não possuem a conta de root activa devem escrever no inicio de cada comando o seguinte, ‘sudo <comando a executar>’.

Agora vamos copiar as fontes que estão na directoria ‘fonts’ da nossa instalação do windows para a nova drectoria acabada de criar, na partição do Linux.

$ cp /media/hda1/windows/Fonts/*.ttf .

Agora que as fontes estão copiadas, temos que mudar o dono delas (ownership) e as respectivas permissões (644), para isso basta fazer:

$ chown root.root *.ttf
$ chmod 644 *.ttf

Ainda dentro da directoria ‘windowsfonts‘ executamos o comando ‘mkfontdir‘ .

$ mkfontdir

O comando vai indexar as fontes existentes na directoria e criar dois ficheiros fonts.dir e fonts.cache-1 .

Agora suba uma directoria, vá para a directoria pai e usando o seu editor de texto favorito edite o ficheiro fonts.cache-1 que lá existe.

$ cd ..
$ vi /usr/share/fonts/truetype/fonts.cache-1

E adicione a seguinte linha no ao fim do ficheiro:

"windowsfonts" 0 ".dir"

Por fim corra o comando fc-cache.

$ fc-cache

O comando fc-cache indexa as fontes que estão na directoria fontes e constrói uma cache, para estas serem utilizadas pelas diversas aplicações do sistema. A partir deste momento as fontes instaladas estão disponíveis para todos os utilizadores do sistema, assim como você as poderá visualizar no Firefox ou OpenOffice.

Solução 4:

Siga as instruções neste site para instalar a package msttcorefonts, para outras distribuições, ou seguindo um caminho alternativo, a descarregando as fontes num .cab directamente da Microsoft, e instalando as fontes de seguida no seu sistema.

http://corefonts.sourceforge.net/

SQLite – Comandos mais comuns (parte 2) Agosto 10, 2006

Posted by mjollnir in Linux, Tutoriais.
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Este post vai servir para explorar os comandos mais comuns do SQLite, e familiarizar o utilizador com a linha de comandos.

Se não souber o que é o SQLite e de como instala-lo por favor ve-ja aqui, SQLite – Introdução (parte 1) .

Começando com o básico:

Para criar uma base de dados em SQLite basta digitar o comando “sqlite3″ seguido no nome da base de dados a criar (ou a abrir, para o caso desta já existir). Por exemplo, para criar uma base de dados com o nome “teste.db” basta digitar o seguinte:

$ sqlite3 teste.db
SQLite version 3.3.6
Enter ".help" for instructions
sqlite> .quit
$

A base de dados “teste.db” é criada, caso esta ainda não exista. A execução do comando acima, deixa o utilizador no ambiente consola do SQLite, para abandonar basta digitar “.quit”, “.q” ou “.exit”, qualquer um dos comandos o fará abandonar a aplicação.

Entre novamente na base de dados, “teste.db” e vamos começar por criar uma tabela, com o nome “t1″, como se pode ver em baixo.

$ sqlite3 teste.db
SQLite version 3.3.6
Enter ".help" for instructions
sqlite> create table t1 (t1key INTEGER PRIMARY KEY, data TEXT,num DOUBLE, timeEvent DATE);

sqlite>

Após de criada a tabela digite os seguintes comandos para adicionar dados a tabela.

sqlite> insert into t1 (data, num) values ('Isto é um exemplo de texto', 3);
sqlite> insert into t1 (data, num) values ('isto é outro exemplo', 6);
sqlite> insert into t1 (data, num) values ('e mais outro', 9);
sqlite>

Agora fazendo um “select * from t1″ podemos observer os valores inseridos:

1|Isto é um exemplo de texto|3.0|
2|isto é outro exemplo|6.0|
3|e mais outro|9.0|

Como se pode ver no SQLite uma chave primária quando declarada como “INTEGER PRIMARY KEY” é assumida como “auto-incrementavel” se nenhum valor for definido.
Por outro lado a chave “data” definida como sendo do tipo DATA, não possui nenhum valor por defeito.
NOTA: Muito importante para que um atributo funcione como auto-incremental este tem que ser definido usando o tipo INTEGER e nunca a abreviatura INT.

Existem dois comandos internos do SQLite que vão se revelar bastante uteis aos utilizadores, eles são o “.table” e o “.schema”.
O “.table” exibe o nome de todas as tabelas existentes na base de dados.

sqlite> .table
t1
sqlite>

Por outro lado o comando “.schema” exibe o esquema, total das tabelas, ou seja, este comando exibe o comando utilizado para criar cada uma das tabelas.

sqlite> .schema
CREATE TABLE t1 (t1key INTEGER PRIMARY KEY, data TEXT, num DOUBLE, timeEvent DATE);
sqlite>

Um funcionalidade interessante é a capacidade de limitar a saída de um “select” a um dado número de linhas, há vez, para conseguir esse resultado utiliza-se os comandos “limit” e “offset”.

O comando limite exibe um dado numero linhas, apartir inicio da tabela por defeito, ou apartir de um dado offset, sendo assim usando apenas o “limit” com o “select”, temos:

sqlite> SELECT * FROM t1 limit 2;
1|Isto é um exemplo de texto|3.0|
2|isto é outro exemplo|6.0|
sqlite>

Como se pode ver, temos 3 registos dentro da tabela “t1″, contudo apenas os dois primeiros são exibidos devido ao uso do comando “limit”.

Agora vamos observar o uso ao mesmo tempo dos comandos “limit” e “offset”, para tentar apenas exibir a ultima linha, neste caso a linha numero 3,

sqlite> SELECT * FROM t1 order by t1key limit 1 offset 2;
3|e mais outro|9.0|
sqlite>

Exportar e Importar a base de dados

Uma das operações mais fáceis de efectuar é a exportação e importação da base de dados.

A exportação é simples e faz-se recorrendo ao comando “.dump”, este comando despeja para a consola, todos os comandos de criação e regras de inserção na base de dados, acabando efectivamente por exportar todo o conteúdo desta.

$ sqlite3 teste.db ".dump"
BEGIN TRANSACTION;
CREATE TABLE t1 (t1key INTEGER PRIMARY KEY, data TEXT, num DOUBLE, timeEvent DATE);
INSERT INTO "t1" VALUES(1, 'Isto é um exemplo de texto', 3.0, NULL);
INSERT INTO "t1" VALUES(2, 'isto é outro exemplo', 6.0, NULL);
INSERT INTO "t1" VALUES(3, 'e mais outro', 9.0, NULL);
COMMIT;

Pode-se também usar o comando “.dump” dentro do ambiente do SQLite3, fazendo depois copy, past do conteúdo.
Se deseja-se-mos armazenar o conteúdo da base de dados “teste.db” para um ficheiro com o nome “teste.sql” bastava fazer o seguinte:

$ sqlite3 teste.db ".dump" > teste.sql

Por fim para importar o conteúdo de uma base de dados, neste caso o “teste.sql” para uma nova base de dados, chamada teste2.db, bastava fazer o seguinte:

$ sqlite3 teste2.db < teste.sql

Triggers (introdução)

Como eu já tinha falado o SQLite pode ser uma base de dados pequeno e leve, mas mesmo assim não deixa de ser muito poderoso, sendo assim vamos terminar este post, com uma amostra de como usar triggers.

Um trigger numa definição grosseira, é um mecanismo que neste caso, no despontelar de um determinado evento (“delete”,”insert”, “update” e “update of”), realizar uma dada operação sobre a base de dados, de forma automática.

Uma operação bastante simples será fazer com que automaticamente a medida que se vão inserido dados na tabela “t1″, o campo da data fosse preenchido.

Sendo assim vamos criar um trigger que no fim de adicionado uma nova linha a “t1″ este adicione por si a data actual do sistema, para tal basta fazer:

sqlite> CREATE TRIGGER insert_t1_timeEvent AFTER INSERT ON t1
BEGIN UPDATE t1 SET timerEvent = DATETIME('now') WHERE rowid = mew.rowid;
END;

Como se pode reparar este trigger é accionado apenas depois do comando “insert” ser executado, como se pode constatar pelo uso da instrução “AFTER INSERT”.
Convêm referir que todos os trigger tem um nome associado, neste caso “insert_t1_timeEvent”.

Vamos continuar com os triggers no proximo post, e vamos abordar também formas de optimizar a base de dados em si.

AOL disponibiliza Active Virus Shield Agosto 10, 2006

Posted by mjollnir in Software.
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Active Virus ShieldAOL disponibilizou recentemente em conjunto com a Kaspersky Labs, uma solução antivírus, de forma gratuita para todos os utilizadores da Internet, esta solução antivírus denominada “Active Virus Shield”, é baseada no Kaspersky Anti-virus Personal 6.0, uma das mais robustas e bem conhecidas soluções de antivírus existente no mercado.

Para descargar o software não necessita de proceder a qualquer tipo de registo em especial, é lhe apenas solicitado o endereço de email para receber o codígo de activação do produto.

Download: Active Virus Shield (14Mb)

Homepage: Active Virus Shield

Tipo de Licença: Freeware

NOTA: Este produto já foi descontinuado, actualmente a AOL esta oferecendo o McAfee Virus Scan Plus Special Edition em http://daol.aol.com/security/virusscan-plus

A estupidez da Guerra Agosto 9, 2006

Posted by mjollnir in Humor.
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calvin and hobbes estupidez da guerra